Logo Liga das Noivas
Cantoneira Cantoneira Cantoneira Cantoneira
Siga-nos no Twitter da Liga das noivas Acesse o facebook da Liga das noivas
Boneca Liga das Noivas - Intimidade

Antes H1Harmonia familiar

Desde que nos entendemos por gente, escutamos aquelas piadas sobre sogras serem cobras, chatas e todo tipo de adjetivo negativo que se pode imaginar. Habitualmente vista de uma forma negativa, a relação entre noras e genros, e suas respectivas sogras pode, e deve, ser pacífica.

Para começar, é sempre bom lembrar que existe todo tipo de mãe. Afinal, como sabemos, antes de sogra, essas mulheres são mães e têm uma relação de extrema proteção com seus filhos. Portanto, na cabeça delas, mesmo que instintivamente, a mulher ou homem que casa com sua prole é quem que vai tirá-lo (a) de dentro de casa. E é exatamente daí que pode-se explicar parte deste mito sobre as sogras.

Entretanto, essa convivência pode ser boa para ambos os lados. Afinal, quem também nunca ouviu histórias de sogras que se tornam verdadeiras mães de seus genros e noras. Fabiano Duarte, que foi casado por dez anos e viveu sob o mesmo teto que a sogra, conta que a convivência era perfeita, praticamente uma mãe. Inclusive, após a separação de sua esposa, o contato continuou, mas apenas com a sogra. “Ela soube separar o meu lado filho do lado ex-marido da filha dela. Claro que não temos mais o convívio diário, mas constumo dizer que o que mais sinto falta do meu casamento é da minha sogra. Ela era uma mãe realmente”, explica.

Ricardo com a esposa, a sogra e o filho.

Ricardo com a esposa, a sogra e o filho.

Outro caso que demonstra o afeto e amor entre genros e sogras é o caso de Sergio Ricardo Rodrigues, casado há 18 anos com Darleny Pessôa. Em meados dos anos 80, ainda antes de conhecer a esposa, a sogra dele sofreu um acidente e precisou receber sangue. Como naquela época não tinha o controle que temos hoje, o sangue que ela recebeu estava contaminado com o vírus da hepatite C e ela só descobriu que tinha a doença em 2008, já em estágio bem avançado. Ela começou a fazer o tratamento, mas não teve muito sucesso e a doença evoluiu para cirrose hepática. Foi quando os médicos falaram que só o transplante poderia ser a solução, sendo que a fila era muito demorada e ela não tinha muito tempo. Então, foi apresentada a solução de transplante. As quatro filhas começaram os exames, sendo que duas não eram compatíveis, uma estava acima do peso e outra tinha feito uma cirurgia há menos de um ano e não poderia. “Foi quando tomei a decisão de doar parte do meu fígado. Comecei a fazer diversos exames em quatro etapas e depois tive que solicitar autorização judicial, pois não era parente direto. No dia 31 de janeiro de 2012 foi feito transplante, foi um sucesso e ela está muito bem. O meu relacionamento com ela antes e agora não mudou, sempre tive muito respeito e carinho. Mas ela comigo virou mais puxa-saco”, brinca Ricardo.

Mas nem sempre é assim. Uma pessoa que preferiu não se identificar contou que a sogra transformou sua vida em um inferno. Com 35 anos, moradora da Barra da Tijuca e com uma filha, ela fala que a sogra nunca gostou dela, embora tivessem uma convivência pacifica antes do casamento. Mas depois que casou e, principalmente, engravidou, a vida virou um inferno. “Ela mora em São Paulo, mas sempre estava aqui. Me tratava mal, inventava mentiras. Até que engravidei e achei que a relação fosse melhorar. Mas foi pior, ela me criticava mais ainda. Então, ela veio passar um período maior aqui e a gota d’áagua foi quando falou sobre minha filha. A partir dali acabou para mim. Ela voltou para São Paulo e inventou um roubo. Não aguentei. Falei tudo que achava desses anos todos de contato e depois disso cortei relações. Isso tem mais de um ano”, explica.

É certo que relações com sogras obedecem o mesmo caminho que qualquer outra: existe empatia ou não. Mas tendo em vista que terão que conviver permanentemente e fazer parte da mesma família, o ideal é que tornem a vida de todos mais amena, sem grandes atritos. O mais aconselhável é evitar discussões, temas polêmicos em conversas e manter a cerimônia. Desta forma, a harmonia certamente vai acontecer e, quem sabe, no futuro, floresça uma relação de respeito e amizade.

 

 

 

Compartilhe:

Deixe seu comentário

Deixe o seu Comentário

Seu email nunca será publicado Campos marcado com * devem ser preenchidos

*
*