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Antes H1Quem casa quer…

chavesDiz o ditado que ‘quem casa quer casa longe da casa que casa’. Mas esse antigo dito popular poderia, para muitos, ser modificado para ‘quem casa quer casa longe da casa da pessoa com quem casa’. Visto com desconfiança há algum tempo, morar em casas separadas hoje já não é tão incomum assim.
Normalmente realizado por quem já está no segundo casamento, especialmente para os que acham difícil conviver com as diferenças do outro, morar em casas separadas pode ser a solução ideal para viver um ‘casamento sem crise’. Afinal, como se encontram, normalmente, apenas aos finais de semana ou em datas agendadas, o relacionamento tende a não ter o desgaste natural que os casamentos ditos normais têm.
Entretanto, muitos novos casais, os que estão no primeiro casamento mesmo, estão optando por essa forma de convívio. Carla Oliveira é uma dessas pessoas. Ela conta que, desde o início do namoro, ela e o marido perceberam que viver juntos seria difícil, pois tinham manias muito diferentes. “Já morávamos sozinhos, cada um em sua casa, quando começamos a namorar e percebemos que nossos hábitos não se completavam, mas nos afastava. Então, como nosso amor é enorme e queríamos casar,optamos por, nesse início, continuar em nossas casas e ir tentando aos poucos, até que consigamos lidar com essas manias de cada um”, conta.
Outra questão é a financeira, já que serão duas rendas sustentando dois imóveis, no lugar de apenas um. Por isso, alguns casais, mesmo quando têm essa vontade, acabam não seguindo em frente.
Mas e quando os filhos chegam? Alguns resolvem ficar juntos, ou seja, debaixo do mesmo teto apenas enquanto os filhos são bebes – essa alternativa, é claro, geralmente recai mais sobre a mãe com o tempo. Outros acreditam que, quando chega a hora de aumentar a família, é o momento para o casal passar para apenas um endereço. “Eu e Lucas resolvemos que, quando eu engravidar, vamos para o apartamento dele, porque é maior. Por isso que, dia a dia, aumentamos nosso convívio, misturando nossas rotinas. A criança tem que crescer com pai e mãe juntos, sob o mesmo teto”, define Carla. E complementa: “Sabemos que nem todas as pessoas entendem um casal subir ao altar e não ficar de segunda a segunda juntos, mas, para alguns, como nós, essa foi a melhor maneira de começar a nossa família. Quantas pessoas você conhece que casam, vão morar juntas mesmo sem nunca terem passado longos períodos um com o outro, ainda que em uma viagem, e acabam se separando menos de um ano depois? Não queremos ser assim. Preferimos ir aos poucos e viver o resto da vida agarrados”, finaliza.
Sem julgar o que é certo ou errado, o que é realmente importante é que cada casal defina o que é melhor para eles. Em casas separadas ou sob o mesmo teto, quando há amor, não será um endereço diferente que fará a diferença.

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