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Antes H1A escolha certa para cada casal

morarHá muito se fala entre os casais que “juntado com fé, casado é”. E é verdade. Inúmeros casais a cada dia optam por essa forma de matrimônio, unindo os ‘trapinhos’, dividindo contas e esbanjando amor como qualquer outro casal que tenha realizado cerimônia e assinado papéis.

Mas o que para alguns pode parecer natural, para outros não é bem assim. Alguns casais, bastante jovens inclusive, acreditam que o casamento somente se concretiza quando o padre dá sua benção e os documentos do cartório são assinados. Mas se com a nova lei do concubinato basta morar junto que a relação já está estabelecida, por que alguns casais insistem que juntar não é a mesma coisa que casar?

Segundo a psicóloga Bianca Pancini, alguns casais têm a necessidade de oficializar a relação assinando papéis por ser um sonho antigo ou por achar que, desta forma, a relação será renovada, como uma nova emoção para este casal. ”Alguns, inclusive, fazem um ‘test drive’ antes do casamento para saber como será morar junto e assumir uma vida como casal”, complementa. Sobre a possibilidade de morar junto antes do casamento, a também psicóloga Luana Zanelli faz coro. “Eu acho que, se há essa possibilidade, é muito melhor. Morar junto e dividir a vida é muito diferente de passar um fim de semana juntos, ou de viajar para o exterior, por dias, semanas. Morar junto exige uma exposição de nosso mais íntimo, até o maior exercício de tolerância com os seus limites e os limites do outro”, explica Luana.

Luana lembra, ainda, que se um casal convive na mesma casa e faz da sua relação uma relação de casamento, eles são, sim, casados. “Por que será que as pessoas precisam da institucionalização (civil e religiosa) para se considerarem casadas? Se o sentimento e a vivência que elas têm da relação dão a elas fundamentos que atestem que aquilo é um casamento, eu concordo que aquilo, sim, é um casamento”, completa.

Bianca diz também que não tem porque não se considerar casado so pelo motivo de não ter assinado um papel ou entrado na igreja. “Respeito o conceito e a crença de cada um. Mas isso não se faz regra para que uma relação sem papéis assinados e igreja não tenha a mesma importância e valor para muitas pessoas”, finaliza Bianca.

Ou seja, independentemente da maneira com que um casal resolva se unir, o que importa é que essa relação seja levada com tolerância, seriedade e, principalmente, respeito e amor. Afinal, seja na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença, todo casal quer, seja casado oficialmente ou juntado, ser feliz.

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