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Antes H1Amores que inspiram

Sabe aquelas histórias de pessoas que foram feitas umas para as outras? Que mostram que o amor pode, sim, superar qualquer obstáculo e barreira?

A partir de hoje, vamos contar histórias de pessoas reais, como eu e você, que tiveram a sorte de encontrar o grande amor de suas vidas e nunca mais desgrudar.
Leia, curta, inspire-se, ame!
A história de hoje foi publicada na Folha de S. Paulo.
Kenneth Felumlee, Helen Felumlee
Partiu junto um casal que, segundo conhecidos, tomava café da manhã de mãos dadas pelos 70 anos que durou seu casamento.

Helen Felumlee tinha 92 anos quando partiu, na noite de sexta, 11 de abril. Seu marido, Kenneth Felumlee, deu o último suspiro na manhã de sábado, 12.

Os oitos filhos do casal disseram à imprensa americana que seus pais eram inseparáveis.

“Não se desgrudaram desde que se conheceram, ainda adolescentes. Eles até preferiram dividir a parte de baixo de um beliche, uma vez que foram viajar e os colocaram em cabines separadas do navio”, conta a filha Susan Felumlee.

“Nós sabíamos que, quando um fosse, o outro iria junto”, disse outra filha, Linda. Ela conta que, assim que os médicos contaram que Helen havia morrido, Kenneth falou para os filhos: “A mamãe morreu.” Ele se prostrou na cama e, dizem os filhos, começou a ir embora aos poucos.

“Ele estava pronto”, diz um deles, Cody. “Ele só não queria deixá-la aqui sozinha.”

“Éramos 24 das pessoas que mais o amavam ao redor do seu leito, lendo suas escrituras prediletas e cantando hinos religiosos”, diz Susan.

O casal se conheceu na cidade americana de Newport, em 1944. Kenneth, que estava a quatro dias de completar 21 anos, ainda não podia se casar pelas leis de então do Estado. “Mas ele não podia esperar”, conta o filho Jim. Então os dois pegaram um trem e foram para um Estado vizinho, onde a idade legal era de 19 anos e puderam dizer sim.

O hábito de viajar nunca desacelerou: depois que todos os filhos estavam criados, o casal Felumlee conheceu todos os 50 Estados americanos de ônibus (menos o Alasca e o Havaí, para os quais tiveram de tomar um avião).

“Ele não gostava de voar porque dizia que do avião você não vê a terra passando, então não tinha a sensação de jornada”, explica o filho Jim.

E o filho termina: “Foi por isso que ele esperou minha mãe ir, porque queria ver a jornada antes de ir ao encontro dela”.

http://digosim.blogfolha.uol.com.br/2014/05/25/apos-70-anos-casados-homem-e-mulher-morrem-com-15-horas-de-diferenca/?fb_locale=pt_BR&fb_action_ids=796869666991819&fb_action_types=og.recommends 

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