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Antes H1Para dormir como anjos

O casamento está se aproximando e, com ele, o momento de arrumar o local para onde vão se mudar após o enlace. Móveis comprados, decoração escolhida…tudo novo e lindo em seu devido lugar. Mas um dos itens que mais causa dúvidas na hora de escolher é o colchão. Com molas ou de espuma? Casal, queen ou king? São muitas as questões que se não forem bem avaliadas, certamente, vão tirar suas noites de sono.
Para começar, veja se o tamanho do quarto permite que tenha uma cama de qualquer tamanho. Não adianta comprar uma king size se o espaço não vai permitir que você e seu marido circulem com conforto. Visto isso, veja o que vão querer além da cama. Mesas laterais? TV? Penteadeira? Se tudo estiver de acordo, vocês podem começar a pensar. Alguns casais preferem a cama de casal padrão. Entretanto, os mais ‘espaçosos’, sabem que ao começar a dividir a cama com o parceiro ou parceira, se não tiverem um pouco mais de liberdade para se mexer, as noites serão de empurra empurra. Se a escolha do tamanho for pensando na maior dificuldade ou facilidade em comprar roupa de cama, hoje em dia esse problema não existe mais. Desde lojas em shoppings até sites de e-commerce vendem peças de todos os tamanhos.
Mas não é apenas pela questão da estética e espaço que devem ser avaliados os colchões na hora da compra. Caso a escolha seja feita de forma equivocada, além das noites de sono não serem nada agradáveis, dores no corpo e problemas de coluna podem aparecer. Portanto, é preciso avaliar a relação entre peso e altura das pessoas que vão usá-lo para saber o tipo de espuma, com a densidade correta para dar firmeza e sustentabilidade ao corpo enquanto estiverem dormindo – nas lojas especializadas sempre existe uma tabela com essas indicações.
Embora não se fale muito sobre isso, colchoes têm prazo de validade – de espuma por aproximadamente 8 anos e de molas por 15 anos. Portanto, é sempre bom ficar atento aos ‘buracos’ e ondulações na parte de cima, pois, normalmente, quando aparecem, já é hora de trocar.
E o que é melhor? Mais duro ou mais fofo? Nem um, nem outro. Os muito duros não têm conforto e deixam a coluna torta ao flexionar as articulações. Já nos mais moles, as pessoas afundam, ficando com a coluna torta também. Por isso, os colchões devem ser mais rígidos e com sustentação, sem necessariamente serem duros, para que os músculos fiquem relaxados e a coluna alinhada quando as pessoas deitam.
Quanto ao tipo de material – espuma de poliuretano, viscoelástico, molas ensacadas, molas Bonnel, látex, pilow etc -, a escolha vai de cada um. Basta entrar em uma loja, experimentar cada tipo e escolher com calma, analisando o que dá mais conforto na hora de deitar. E atenção: além desses, existem também os chamados ‘colchões com indicações terapêuticas’, como os magnéticos ou com infravermelho que, teoricamente, terão outros benefícios à saúde além dos normalmente associados a um bom colchão. Entretanto, especialistas alertam sobre esse tipo de produto, pois nem sempre é indicado para as pessoas ou pode sequer ter registro na Anvisa.
Portanto, entre em uma loja, converse com o vendedor sobre suas necessidades, deite em cada uma das camas oferecidas e analise a que melhor se adéqua ao casal. Afinal, passamos um terço de nossas vidas dormindo e nada mais fundamental que a escolha certa do colchão para termos noites de sono tranquilas e relaxantes.

 

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